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No início, eram dez... de Agatha Christie

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Há uns bons anos que não lia Agatha Christie. A verdade é que os poucos livros que li da autora foram lidos em aeroportos e aviões. Por isso, associo sempre Agatha Christie a viagens de avião e, como infelizmente há uns três anos que não o faço, não tenho lido nada da autora.

Este «No início, eram dez...» reeditado nestas edições lindas da ASA é considerado um dos melhores livros da autora e não é difícil perceber porquê. Aqui temos dez pessoas que são convidadas a visitar uma ilha misteriosa, a ilha do Soldado. Durante o primeiro jantar, uma voz acusa cada convidado de ter estado envolvido na morte de alguém.

A partir daqui, os convidados vão sendo assassinados um a um. O mistério é descobrir quem sobra, quem está por detrás desta façanha. O título deste livro, que anteriormente se chamava «As dez figuras negras», está relacionado com uma lengalenga infantil em que o assassino se inspira e que começa assim:

Dez soldadinhos foram jantar;

Um engasgou-se e sobraram nove.

Nove soldadinhos deitaram-se muito tarde;

Um dormiu de mais e sobraram oito.

E por aí vai.

Peguei neste livro numa altura em que estava com pouca vontade de ler e, o certo é que o devorei em dois dias. É quase impossível não querermos saber como termina esta história e quem é, afinal, o culpado. Nisso, Agatha Christie é mestre e, apesar de ainda ter lido poucos livros da autora (que tem uma obra muito extensa) este é o meu preferido.

Quero continuar a adquirir os livros nestas novas edições e, quem sabe, voltar a ter o prazer de os ler entre aeroportos e aviões.

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