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MAR DE MAIO

Livros, viagens e tudo o que nos acrescenta

01
Set16

Um mês de voluntariado com tartarugas marinhas na Grécia

Caretta caretta

Nota: Há uma tartaruga acabada de eclodir nesta fotografia.

 

É disto que tenho mais saudades. Acordar ainda de noite, seguir para as praias de Platanias e esperar o nascer do sol. Ver as cores do céu a mudar aos poucos e então sim, começar. Percorrer quilómetros de praia à procura das marcas das Caretta caretta na areia e, em Agosto, também das marcas das crias pelo areal.

 

 

22
Ago16

Chania, Creta em 12 fotografias

Voltei da Grécia há uns dias e já tenho saudades. Estive por lá cinco semanas a fazer voluntariado (hei-de escrever sobre isso) na zona de Chania, ilha de Creta.

 

O que tem mais graça na Grécia são os detalhes. As ruas escondidas e estreitas, as lojinhas de artesanato e de pintura, as flores por todo o lado, os mercados, os vendedores de rua. Chania, uma cidade portuária na ilha de Creta não é excepção. Ficam aqui 12 das fotografias que tirei nas muitas caminhadas pela cidade:

 

Mandala

 Este senhor (infelizmente escapou-me o nome) vende Mandalas - peças de joalharia que podem ser moldadas com as mãos - nas ruas de Chania. Aprendeu a fazê-las na Índia, vendeu-as no Nepal e, por fim, em 1984, fixou-se em Creta.

 

06
Jun15

Constelações de pessoas

DSCF3938.JPG

Os sítios para onde vou são constelações de pessoas.

Quando recupero memórias de viagem não me ocorrem monumentos. Nem paisagens. Nem comida. São pessoas.

Admito, sem problemas, que cada vez me interessam menos as atrações turísticas. Os museus e as igrejas dizem-me pouco por estes dias. E admito, também, que as viagens me têm tornado uma pessoa de pessoas. Gosto cada vez mais de pessoas. De ouvir as suas histórias. Do diálogo franco que resulta das primeiras conversas entre pessoas que não se conhecem.

 

Estive na Grécia num intercâmbio, com quase trinta pessoas de vários países da Europa. O melhor foi isto: conhecer pessoas pelo gosto de conhecer pessoas. Partilhar. O menos bom é que quando nos acomodamos com o sítio e as pessoas, acaba. O tempo é sempre pouco.

O que fica são memórias de interações com pessoas - momentos. Memórias que vivem connosco até o esquecimento as atingir. As que nos encantam, nos magoam, nos transformam.

 

Podemos acumular tudo o que é material mas, no fim, só levamos memórias. As que nos pertencem porque as fizemos e as que nos pertencem porque os outros as fizeram em nós.

 

Tassos, Grécia

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