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MAR DE MAIO

Livros, viagens e tudo o que nos acrescenta

MAR DE MAIO

14
Nov17

Músicas que nos marcam

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Medicine, law, business, engineering, these are noble pursuits and necessary to sustain life. But poetry, beauty, romance, love - these are what we stay alive for.

Só falta a música para esta frase do filme o «Clube dos poetas mortos» ser perfeita. A arte é infinitamente importante e talvez a música seja a mais acessível e consensual. A música salva-nos todos os dias. Torna os momentos bons melhores e os maus menos duros.

 

Na sequência deste post sobre os livros que me marcam, aqui ficam 4 músicas importantes na minha vida e as histórias que lhes associo. 

 

Let it be dos Beatles

Foi a ver o filme «I am Sam» pela primeira vez numa aula qualquer no secundário que ganhei curiosidade pelos Beatles. O filme (que vale muito a pena) está cheio de referências à banda. Começei por «Lucy in the sky with diamonds» mas a minha preferida é mesmo a «Let it be».

 

Iris dos Goo Goo Dolls

Verão, Grécia, 2013.

Foi a minha primeira vez no país mas estava longe de ser a última. Estava a fazer voluntariado num centro de reabilitação de tartarugas marinhas (falei sobre isso aqui). A melhor parte (além das tartarugas) foi fazer amigos que ficaram até hoje. A pior foi chegar ao fim e vê-los ir embora, um a um. Esta música tocava sempre, sempre nesses momentos.

 

Free dos Rudimental

Era Verão mas estava um vento gelado que mais fazia parecer Inverno. É assim o mês de Agosto no norte da Holanda. Estava a viver numa casa partilhada com mais 15 voluntários num projeto ligado a focas. Por um motivo que não sei explicar, os voluntários eram quase todos espanhóis. Naquele Verão gelado aprendi as maravilhas de comer chocolate ao pequeno-almoço (com os holandeses) e de comer muito e bem ao jantar (com os espanhóis). Esta música ecoava muitas vezes pela casa cheia de gente, entre conversas em espanhol misturado com português e inglês, e fazia-me sempre lembrar as focas em liberdade.

 

Drops of Jupiter dos Train

Não sei quando ouvi esta música pela primeira vez mas tive um daqueles momentos de "Como é que eu não conhecia isto?". Até hoje, é a minha música preferida. A única que sempre que começa a tocar no carro, tenho de cantar até ao último verso, mesmo que já tenha chegado ao destino.

02
Nov17

Dormir com paralisia do sono

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As minhas primeiras memórias de miúda estão associadas a insónias. Ou demorava horas para adormecer ou acordava a meio da noite e vagueava pela casa. Acabava sempre no escritório a folhear os livros que preenchiam as estantes. Depois passava a noite inteira a ler e ia para a escola, cheia de sono, na manhã seguinte. Anos depois, dormir continua a ser a minha maior fonte de dores de cabeça e cansaço. Durmo melhor do que há uns anos atrás mas não há coisa que inveje mais nos outros do que alguém me dizer que deita a cabeça na almofada e adormece logo. Quem me dera.

 

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25
Out17

Diários de viagem

O livro que estou a ler neste momento é o «Diário de Oaxaca» de Oliver Sacks, o diário do neurologista durante uma expedição botânica nesta cidade do México. Não partilho a paixão do autor pelas plantas mas gosto sempre de ler diários de viagem. Este livro é isso mesmo, um diário sem grandes pretensões e com alguns desenhos pelo meio.

 

Há algo de muito especial em viajar e registar todos os pormenores, as conversas, as diferenças culturais e os momentos marcantes. Por isso, aqui ficam sugestões de quatro livros e quatro blogs que são bons diários de viagem.

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18
Out17

O que mede a importância da nossa vida?

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Há umas semanas li um artigo no "The New York Times" que se chamava "You'll never be famous – and it's ok". Ao contrário do que esperava, o artigo não fala sobre aquela ideia tão americana da fama fácil (estilo Kardashians) mas foca-se mais na pressão imposta pela sociedade para se fazer alguma coisa extraordinária e ser-se reconhecido por isso. Começar uma rede social, terminar uma crise humanitária, descobrir a cura para uma doença, enfim, tudo isso.

 

O autor conta a história de dois personagens (um casal) de um livro que vivem completamente focados nos seus sonhos. Assim que li esta história lembrei-me a frase de Dumbledore em Harry Potter, quando ele diz que não serve de nada trabalharmos para os nossos sonhos, se nos esquecermos de viver. Bom, mas na história os sonhos desvanescem com o tempo e acabam por não se concretizar. No final, enquanto ele vive amargurado com esse resultado, ela decide viver com isso (ou apesar disso):

Rather than succumb to the despair of thwarted dreams, she embraces her life as it is and contributes to those around her as she can.

 

 

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